Equipe da Secretaria Municipal de Saúde participou de capacitação estadual sobre prevenção e resposta a impactos associados ao fenômeno climático
A Secretaria Municipal de Saúde de Armação dos Búzios participou de uma capacitação promovida pela Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro para preparar os municípios para a prevenção e resposta a eventos climáticos extremos associados ao El Niño. A atividade foi realizada durante dois dias na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.
Representando Búzios, participaram Karoline Castro, coordenadora de Vigilância em Saúde; Hertine de Luna, coordenadora de Vigilância Epidemiológica; Samuel Alencar, coordenador da Atenção Primária à Saúde; e Erica Carmem, responsável técnica da Vigilância Epidemiológica Hospitalar.
A capacitação abordou estratégias para fortalecer a capacidade dos municípios diante de situações que possam provocar impactos sobre a saúde da população. Entre os temas trabalhados estão o planejamento, a avaliação de riscos, o monitoramento de indicadores e a organização da resposta dos serviços de saúde.
A participação de profissionais de diferentes áreas da Secretaria Municipal de Saúde reforça a necessidade de uma atuação integrada diante de situações climáticas extremas. A Vigilância em Saúde e a Vigilância Epidemiológica atuam no acompanhamento de riscos e agravos, enquanto a Atenção Primária mantém o contato direto com a população e os territórios. Já a Vigilância Epidemiológica Hospitalar contribui para o monitoramento de eventos e agravos identificados na rede hospitalar.
A proposta da Secretaria de Estado de Saúde é ampliar a preparação dos municípios para que a resposta aos eventos climáticos seja planejada antes da ocorrência de situações de emergência, permitindo maior integração entre vigilância, assistência e articulação intersetorial. Para Búzios, a capacitação também representa uma oportunidade de aprimorar os protocolos e estratégias municipais de prevenção e resposta.
A preparação considera que eventos climáticos extremos podem produzir diferentes impactos sobre a saúde pública, desde alterações no perfil de determinadas doenças até aumento da procura pelos serviços, necessidade de vigilância ampliada e atenção especial a grupos mais vulneráveis.











